Rio de Janeiro e Barcelona: os limites do paradigma olímpico.

Nelma Gusmão de Oliveira, Christopher Thomas Gaffney

Resumen


Na condição de sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e da final da Copa do Mundo de 2014 a cidade do Rio de Janeiro está no centro da produção global do espetáculo esportivo. A utilização dos megaeventos como elemento catalisador da transformação urbana e alavanca para o desenvolvimento econômico, tem sido o principal argumento para que cidades se lancem numa acirrada disputa pelo direito de sediá-los, invocando como paradigma a experiência vivida pela cidade de Barcelona. Que tipo de desenvolvimento pode ser esperado para a cidade do Rio de Janeiro como resultado da realização desses eventos? Considerando os pontos de aproximação e afastamento entre as duas cidades, até que ponto seria possível reproduzir no Rio de Janeiro os processos de transformação vividos na cidade de Barcelona? Tais transformações são desejadas no Rio de Janeiro? Que lições podem ser obtidas a partir das experiências vividas naquela cidade, sem transformá-la em modelo?

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