O sindicalismo na indústria petrolífera no Brasil: tendências recentes

Paulo S. C. Neves

Resumen


Durante os anos 80, no Brasil, a forte presença sindical no chão da fábrica garantia um poder de barganha importante aos representantes sindicais de categorias chaves. Contudo, a partir de meados dos anos 90 isso começou a se modificar. Novas políticas de reestruturação produtiva levaram à redução do trabalho vivo nas empresas, acarretando uma diminuição do nível de emprego nos setores econômicos onde havia uma maior penetração do chamado "novo sindicalismo" e tornando mais difícil o processo de mobilização operária. Tudo isso vai atingir profundamente aos trabalhadores da indústria petrolífera no Brasil. Neste texto procuraremos discutir, a partir da análise da greve nacional de 1995, como os petroleiros se adaptaram a esta nova situação, buscando identificar suas semelhanças e diferenças em relação ao restante do movimento sindical no país.

Palabras clave


sindicalismo; trabalhadores do petróleo; esfera pública

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