O «Logos» Musical da Democracia

Maria João Neves

Resum


No seu livro Persona y democracia, María Zambrano concentra-se numa perceção colectiva do tempo. Considera que o lugar natural do homem não é nem a natureza nem a solidão, mas sim algo intermédio: a sociedade. É o tempo da convivência social que mais lhe importa agora, por considerá-lo o fundamento do tempo histórico. Para a ele aceder, a filósofa socorre-se de parâmetros e metáforas musicais que empregará com perícia ao longo da sua análise. Este artigo pretende não só evidenciar estas ferramentas musicais, mas demonstrar como o logos musical é o modo percetivo mais adequado para aceder ao conceito zambraniano de democracia.


Paraules clau


Pessoa; democracia; logos musical; harmonia; ritmo

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DOI: https://doi.org/10.1344/Aurora2019.20.6

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