Um quebra cabeça (quase) resolvido: os engenhos da capitania do Rio de Janeiro, séculos XVI e XVII

Mauricio de Almeida Abreu

Resumen


Dada a importância da cultura canavieira nos primeiros séculos da colonização do Brasil, é paradoxal que tenhamos hoje tão poucas informações a seu respeito. O problema é ainda mais grave quando se trata da Capitania do Rio de Janeiro, em função do incêndio que atingiu o arquivo municipal carioca em 1790. Esses obstáculos não impedem que nos aproximemos do antigo mundo rural fluminense. A partir de uma pesquisa minuciosa da documentação primária ainda existente, este trabalho (a) apresenta os debates que vêm sendo travados sobre as conjunturas econômicas do período colonial; (b) revela quão grande é desconhecimento que hoje temos sobre a cultura canavieira fluminense; (c) resolve um difícil quebra-cabeça, pois identifica e localiza os engenhos fluminenses dos séculos 16 e 17, e (d) apresenta, em detalhe, a metodologia que possibilitou a recuperação desse antigo mundo dos engenhos.

Palabras clave


Rio de Janeiro (Séculos 16 e 17); Geografia histórica; Engenhos de açúcar

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