A América Latina face à política de integração econômica regional no mundo subdesenvolvido

Francisco Fransualdo de Azevedo

Resumen


Em tempos de globalização, ou mundialização do capital, o sistema mundo se apresenta significativamente integrado, por meio da combinação entre técnica, ciência e informação. Valoriza-se ao máximo a capacidade de produção, circulação e consumo, portanto, a capacidade máxima de fluxos, de dinheiro, informação, mercadorias, insumos e pessoas. Nesse contexto surgem os blocos econômicos de poder, que dentre outros aspectos reconhecem e acirram as desigualdades socioespaciais, dentro e fora das regiões. Assim, este trabalho busca analisar a política de integração econômica regional no mundo subdesenvolvido, especialmente na América Latina, atentando para as desigualdades geradas ou reproduzidas no interior desse processo, especialmente no contexto da integração econômica do MERCOSUL. No caso da América Latina, o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), instituiu-se em 1991 através do Tratado de Assunção, objetivando integrar ainda mais as economias nacionais sul-americanas. Porém, é notória a produção e reprodução concomitante da riqueza e da pobreza, e o aumento das desigualdades e das contradições socioespaciais, portanto da segregação social. No MERCOSUL, destaca-se a posição do Brasil e da Argentina no cenário regional, considerando os níveis diferenciados de industrialização e desenvolvimento, não obstante as desigualdades socioterritoriais internas destes. Na divisão territorial e regional do trabalho os demais países mostram-se ainda mais dependentes e fragilizados, sobretudo em tecnologia e economicamente, embora em situações diferenciadas.

Palabras clave


América Latina; MERCOSUL; integração econômica; desigualdades

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