Capitalismo e morfologia urbana na longa duração: Rio de Janeiro (século XVIII-XXI)

Nelson da Nobrega Fernandes

Resumen


No pensamento sobre a cidade latino-americana há uma longa tradição estabelecendo que as suas morfologias urbanas sempre apresentaram diferenças estruturais quando comparadas com aquelas da Europa e dos EUA. Este trabalho questiona tal tradição considerando que o Brasil desde a colônia é parte do sistema mundial capitalista e que a produção do espaço urbano responde às exigências deste sistema em suas diferentes fases. Tomando como exemplo o Rio de Janeiro procura-se demonstrar que, desde o século XVIII até o presente, a evolução da morfologia urbana carioca acompanhou e reproduziu, com diferentes níveis de intensidade e de defasagens temporais, os mesmo padrões morfológicos e de regulação das cidades do capitalismo central.

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