Algumas coisas de que não sabemos muito, sobre a virtude, o erro e a incerteza do desenho, na “cidade total”

Pedro Brandão

Resumen


Com o final das éticas radicais da modernidade, dedicadas à perfeição de um “mundo novo”, e com o crescimento do individualismo na nossa época, a ética no desenho urbano pode parecer fora de tempo. Parece que sabemos já tudo, ou que não importa muito. É só aparente, todavia: na busca da qualidade da vida, a “vida boa”, os campos do pensamento ético tenderão a dar cada vez mais atenção aos assuntos do urbano contemporâneo. O interesse público, ou comum, clarifica a ética política no que diga respeito às cidades, e se há neste âmbito sempre muito que descobrir, já é consensual a opinião sobre o que os governos devem fazer: * regular interesses em conflito * proteger os bens escassos * salvaguardar valores inter-geracionais * estimular as funções de centralidade e a competitividade * promover o espaço público e a expressão da cidadania.

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