Autonomia, cuidado e respeito: o debate sobre o prolongamento assistido da vida

Autores/as

  • Léo Peruzzo Júnior Pontifícia Universidade Católica do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.1344/rbd2017.39.17718

Palabras clave:

cuidado, respeito, autonomia, diretrizes antecipadas, prolongamento assistido da vida

Resumen

Os avanços tecnológicos associados às técnicas médicas têm levado os profissionais da saúde a terem como meta incansável o prolongamento da vida. O êxito de tais procedimentos, porém, em pacientes sem possibilidade de cura e com autonomia de decisão tem apenas prolongado o processo de morrer. Neste sentido, por um lado, a renúncia do tratamento passa a ser visualizada como uma forma de suicídio e, por outro, a sua interrupção pela equipe médica como eutanásia ativa. Assim, a qualidade de vida é associada ao curar, e não ao cuidar. Pretende-se, neste artigo, apresentar que o prolongamento assistido da vida significa compatibilizar as dimensões da autonomia, do cuidado e do respeito, sendo estes, portanto, responsáveis pela manutenção do conceito de dignidade.

Biografía del autor/a

Léo Peruzzo Júnior, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Doutor em Ética e Filosofia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR. Professor da Escola de Educação e Humanidades e da Escola de Direito da PUCPR.

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