La protección de la diversidad en el patrimonio genético: implicaciones bioéticas y jurídicas en el uso de CRISPR-Cas9 como herramienta de edición genómica en humanos

Carlos Henrique Félix Dantas, Carolina Valença Ferraz, Juliana Rocha de Moraes Falcão

Resumen


El objetivo de este artículo es comprender cómo el CRISPR-Cas9 puede funcionar como una tecnología viable en la construcción del proyecto de parentalidad para promover el ejercicio de la libertad en el proceso de autonomía reproductiva. Sin embargo, a pesar de la posibilidad del uso en la línea germinal humana, se intentó investigar los límites y el alcance de esta percepción de libertad. Así, a través del uso de investigaciones documentales y bibliográficas, se buscaron datos sobre la viabilidad de la preservación del patrimonio genético como expresión de la diversidad en la humanidad. De esta forma, se percibió que es necesario superar pensamientos higienistas de limpiar “defectos”, considerando que toda vida es digna de ser vivida.


Palabras clave


autonomía privada; construcción del proyecto parental; edición de genes; patrimonio genético; derecho a la diferencia

Texto completo:

PDF

Referencias


Aguiar, M. (2005) Direito à filiação e bioética. Rio de Janeiro: Forense.

Amaral, F. (2006) Direito Civil – Introdução. Rio de Janeiro: Renovar.

Barreto, V.; Subtil, L. (2010) Habermas, direito e eugenia. Revista de Estudos Constitucionais, Hermenêutica e Teoria do Direito, julho-dezembro, 165-166.

Bobbio, N. (2004) A era dos direitos. Trad. Carlos Nelson Coutinho. Nova edição. 7ª reimpressão. Rio de Janeiro: Elsevier.

Bognar, G. (2012) Enhancement and Equality. Ethical Perspectives Journal V. 19, 1, 11-32.

Castanho, M.A. (2014) Planejamento Familiar: o estado na construção de uma sociedade inclusiva e a participação social para o bem comum. Curitiba: Juruá.

Chinellato, S.J.A. (2009) Estatuto Jurídico do Nascituro: A evolução do direito brasileiro. In: D. L. Campos, S.J.A. Chinellato (Coords). Pessoa humana e direito. Coimbra: Edições Almedina - AS.

Cohen, G. (2011) Regulating reproduction: the problem with the best interests. Minnesota Law Review, 96, 8, 423-519.

De Miguel Beriain, I. (2018) Human dignity and gene editing: Using human dignity as an argument against modifying the human genome and germline is a logical fallacy, EMBO Reports, October 2018.

De Miguel Beriain, I. (2019) Should human germline editing be allowed? Some suggestions on the basis of the existing regulatory framework. Bioethics 33,105-111.

Doudna, J., Sternberg, S. (2017) A crack in creation: gene editing and unthinkable power to control evolution. Boston: Editora Houghton Mifflin Harcourt.

Huxley, A. (2014) Admirável mundo novo. Trad. Lino Vallandro e Vidal Serrano. 22 ed. Globo: São Paulo.

Montoliu, L. (2019) Editando genes: recorta, pega y colorea: las maravilhosas herramientas CRISPR-CAS9. 1 ed. Next Door Publishers.

Naves, B. T. O., Goitá, S.R. (2017) Direitos humanos, patrimônio genético e dados genéticos: crítica a doutrina dos dados genéticos como interesse difuso. Rev. Bioética y Derecho 40, 63-81.

Oliveira, F. (2000) Medicina Predativa: Temores e Alertas. Jornal Medicina, 2000. Conselho Federal de Medicina. Brasília.

Perlingieri, P. (2002) Perfis do direito civil: introdução ao direito civil constitucional. Trad. Maria Cristina de Cicco. 3 ed. Rio de Janeiro: Renovar.

Potter, V.R. (2016) Bioética: ponte para o futuro. Trad. Diego Carlos Zanella. São Paulo: Edições Loyola.

Ruzyk, C.E.P. (2009) Liberdade(s) e função: contribuição crítica para uma nova fundamentação da dimensão funcional do direito civil brasileiro. 402 f. Tese (Doutorado em Direito das Relações Sociais) – UFPR. Curitiba,134.

Savulescu, J., Gyngell, C., Anomaly, J. (2015) Great minds think differently: Preserving Cognitive Diversity in Age of Gene Editing. Oxford,2015.

Silva Netto, M.C.F, Dantas, C.H.F., Ferraz, C.V. (2018) O dilema da ‘produção independente’ de parentalidade: é legítimo escolher ter um filho sozinho? Revista Direito GV 14, 3, 1106-1138.

Swazo, N.K. (2015) CRISPR-CAS9/Cas9-mediated Editing of Human β-globin Gene in Human Cells: A Commentary on the Research Ethics. Journal of Bioethics 6, 1, 22-26.

Tort, M. (2001) O desejo frio: procriação artificial e crise dos referenciais simbólicos. Trad. Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

Tham, J. (2017) Resisting the temptation of perfection. Roma. National Catholic Bioethics Center.




DOI: https://doi.org/10.1344/rbd2020.49.29384

Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.




Copyright (c) 2020 Carlos Henrique Félix Dantas, Carolina Valença Ferraz, Juliana Rocha de Moraes Falcão

Licencia de Creative Commons
Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-SinObraDerivada 4.0 Internacional.

© 2004-2019 Máster en Bioética y Derecho - Observatori de Bioètica i Dret - Cátedra UNESCO de Bioética - Universitat de Barcelona

RCUB revistesub@ub.edu Avís Legal RCUB Universitat de Barcelona