FRONTEIRAS DE IDENTIDADES: A ESCRITA DO EU EM O DIÁRIO DE ANNE FRANK

Autors/ores

  • DENISE BORILLE DE ABREU Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.1344/AFLC2016.6.7

Resum

À luz de estudos da escrita de vida, o gênero do diário pode ser concebido como uma zona fronteiriça, cujos limites oscilam entre o eu privado e o eu público. Pode-se afirmar que os diários funcionam como locais transformadores, onde opera uma espécie de negociação entre a persona pública e os desejos privados de quem os escreve. Este artigo propõe analisar esse fenômeno, de maneira mais específica, na escrita do diário de Anne Frank, utilizando-se de suas três versões (a, b e c).

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Número

Secció

Testemunho, trauma e guerra na literatura do século XX